Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Cachoeira, nesta segunda-feira (18), o vereador  Florisvaldo de Jesus (PP), falou sobre a aprovação de projetos na câmara e destacou que a casa legislativa sempre está de acordo com "tudo que vem para o bem da população". O vereador expressou sua indignação com os comentários publicados em redes sociais, direcionados aos vereadores, com ofensas pessoais e críticas ao projeto recentemente aprovado, em que a prefeitura fará financiamento para instalar lâmpadas de LED na cidade. 

 

O vereador José Luiz Bernardo (PSD) também falou sobre os comentários que vêm repercutindo nas redes sociais e afirmou que as pessoas não temem à justiça e defendeu que nesses casos a lei deve ser aplicada.  

 

O vereador Josmar Barbosa (REPUBLICNOS) falou sobre a situação de uma cidadã cachoeirana, que precisa de apoio para pagar de um tratamento de saúde que custará R$ 52 mil por mês. Josmar falou ainda sobre a Associação de Moradores da comunidade da Murutuba, afirmando que a associação não tem comunicação com a gestão municipal, mas ele tem feito o papel de promover um diálogo.  

 

O vereador Laelson Bispo(PSB)  falou sobre o colégio da Bacia do Iguape, que recentemente teve o seu nome mudado de Colégio Estadual Eraldo Tinoco para Colégio Estadual Quilombola da Bacia do Iguape. Laelson destacou que a mudança de nome é muito importante, porque demostra o reconhecimento das lutas da comunidade quilombola. O vereador pediu melhorias nos acessos das comunidades rurais do município e no tanque do Calolé, que precisa de uma intervenção para melhorar o fornecimento de água para a população. 

 

O vereador Mamede Dayube (PODEMOS) explicou sobre o seu voto contrário ao projeto de investimento nas luzes de LED para o município, argumentando que o projeto não tem clareza e nem um corpo técnico. Mamede solicitou melhorias no acesso à Ponte Dom Pedro II, para evitar os acidentes que vêm acontecendo com frequência no local. Em seguida, o vereador pediu respeito aos motoristas que estacionam de forma indevida no Porto da cidade, dificultando a circulação dos pedestres. 

 

O vereador Moisés Lago (PODEMOS) falou sobre os comentários desrespeitosos que estão sendo publicados nas redes sociais, inclusive por pessoas que fazem parte de seu grupo político. Ele garantiu que não faz parte deste tipo de ação. Moisés pediu à prefeita Eliana Gonzaga que cumpra a promessa feita a uma cidadã, de direcionar coleta de lixo no local onde ela mora, pela necessidade de descartes de fraldas geriátricas. De acordo com o vereador, a moradora tem que pagar a terceiros para cavar buracos para enterrar este material.  

 

O vereador Nelmar Carvalho(PP) também comentou sobre as ofensas recebidas através das redes sociais. Nelmar parabenizou o vereador Moisés Lago por agir em benefício do povo, mesmo sendo da oposição. Ele falou da ação da prefeitura no Dia das Crianças e agradeceu o apoio de todos que contribuíram. Nelmar comentou sobre o Aulão de Zumba, em homenagem ao Outubro Rosa, que aconteceu na comunidade de Capoeiruçu. O vereador também pediu reforço na segurança da comunidade, por conta de assaltos que têm deixado aos moradores de Capoeiruçu apreensivos. 

 

O vereador Paulo Leite prestou sua solidariedade aos colegas que sofreram diversos ataques através das redes sociais e garantiu que tomará as medidas cabíveis. Paulo Leite divulgou uma nota de repúdio contra a empresa VLI, que estaria ameaçando as pessoas que tem as suas residências próximas à linha do trem. 

 

A vereadora Adriana Silva (PODEMOS) cobrou intervenção nas estradas de várias comunidades rurais. Ela também comentou sobre dívidas da gestão referente à contratação de máquinas no mês de fevereiro e sobre a falta de médico há mais de dois meses na comunidade do Alecrim. Adriana solicitou a limpeza pública da cidade e cobrou que a prefeitura cumpra a promessa feita aos motoristas de transportes alternativos, para direcionar um local definitivo para os veículos. Ela afirmou que os motoristas não têm apoio da gestão.  A vereadora também comentou a ação de distribuição de brinquedos, afirmando que faltou organização na divulgação e distribuição. Adriana lamentou que a ação foi direcionada a apenas alunos da rede municipal e outras crianças acabaram passando pelo transtorno por não fazerem parte deste grupo. 

 

O vereador Adjarvas Dias Filho (PL) falou sobre as ações realizadas no dia 12 de outubro e destacou que comunidade cachoeirana acolhe a gestão atual.  Ele contou que conversou com a prefeita e garantiu que a Policlínica vai voltar a funcionar e que a situação da falta de médico na comunidade do Alecrim também será resolvida. 

 

A vereadora Angélica Sapucaia(PL) se disse contra a troca do nome do Colégio Estadual da Bacia do Iguape, que passou a se chamar Colégio Quilombola da Bacia do Iguape, argumentando que existia um grande significado no antigo nome. 

 

O vereador Cristiano Alves(PSDB) também falou sobre a ausência de um local definido para os motoristas de transportes alternativos (ligeirinhos) e afirmou que vem pedindo a resolução da questão há um tempo e até o momento não foi atendido. O vereador pediu também melhorias nos cemitérios da cidade, destacando que está se aproximando o Dia de Finados, data em que as pessoas visitam esses locais. Cristiano também cobrou melhorias nas estradas vicinais do município, afirmando que a maioria se encontra em situação precária. O vereador comentou ainda sobre a situação de uma professora da comunidade do Saco, que teria prestado serviços à prefeitura e não recebeu pelo trabalho. Segundo ele, isso ocorreu por motivação política, já que durante as eleições a filha da professora o apoiou e apoiou o grupo da oposição.